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Ibogaína · só com avaliação médica

Tratamento com ibogaína

O que você precisa saber sobre a ibogaína no tratamento da dependência química: como ela age, quais riscos oferece e por que nunca deve ser usada sem avaliação cardiológica e acompanhamento médico.

O que as famílias encontram aqui
  • Avaliação médica e cardiológica antes de qualquer indicação
  • Eletrocardiograma e exames obrigatórios para afastar riscos
  • Ibogaína sempre dentro de um programa, nunca como tratamento único
  • Opções com mais evidência científica apresentadas à família na avaliação
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Tratamento com ibogaína: o que é e quais riscos envolve

Extraída de uma planta africana, a ibogaína vem sendo estudada para diminuir a fissura e os sintomas de abstinência em algumas dependências. No Brasil, ela não é registrada como medicamento pela Anvisa; para usar, é preciso prescrição médica, importação e responsabilidade do médico que acompanha o caso. Os estudos ainda são poucos e os resultados, variados.

O maior risco é para o coração: a ibogaína pode alterar o ritmo cardíaco, e há relatos de mortes ligadas ao uso sem controle. Por isso, só se pode pensar em ibogaína depois de eletrocardiograma, exames de laboratório e revisão dos remédios em uso, em local com suporte médico. Ela não dispensa a terapia nem o acompanhamento após a alta.

Não use ibogaína comprada na internet ou oferecida fora de um serviço de saúde. Sem avaliação do coração e sem monitoramento, existe risco real de complicação grave.

Programas de tratamento oferecidos

Mesmo quando indicada, a ibogaína é apenas uma etapa. O paciente continua nos programas abaixo, que são o que garante o resultado a longo prazo.

  1. 01

    Desintoxicação assistida

    Fase inicial com acompanhamento médico, manejo dos sintomas de abstinência e ajuste de medicação em ambiente seguro.

    7 a 21 dias
  2. 02

    Programa terapêutico completo

    Dia a dia organizado com terapia individual, grupos, exercícios físicos e oficinas para reconstruir o projeto de vida.

    3 a 9 meses
  3. 03

    Ala feminina exclusiva

    Ala separada, com equipe preparada para acolher mulheres e lidar com situações de violência e maternidade.

    Vagas limitadas
  4. 04

    Duplo diagnóstico

    Indicado quando a dependência vem junto de depressão, bipolaridade, esquizofrenia ou ansiedade grave, com psiquiatra na própria unidade.

    Acompanhamento diário
  5. 05

    Prevenção de recaída e pós-alta

    Retornos, grupos de apoio e um plano de gatilhos feito com paciente e família, com acompanhamento de até 12 meses.

    Incluído no programa

Quais são as modalidades de internação?

Toda admissão segue a Lei 10.216/2001 e, para dependência química, também a Lei 13.840/2019. Antes de qualquer decisão, a equipe mostra à família qual modalidade vale para o caso.

Internação voluntária

O paciente admite o problema e assina o termo de adesão ao tratamento.

Autorização
Do paciente
Duração média
3 a 9 meses
Admissão
No mesmo dia
Internação involuntária

Pedida pela família quando o paciente recusa o tratamento e corre risco de vida, sempre com laudo médico.

Autorização
Família + laudo
Duração
Até a desintoxicação, máx. 90 dias
Comunicação
Ministério Público em 72h
Internação compulsória

Ordenada pela Justiça quando há risco a terceiros, com orientação jurídica ao longo do processo.

Autorização
Decisão judicial
Duração
Definida em juízo
Apoio
Orientamos a família no início

Qual o valor do tratamento com ibogaína

O valor inclui exames, avaliação cardiológica, acompanhamento médico durante e após a aplicação e o programa terapêutico seguinte. O valor só é passado após a avaliação, já que nem todo paciente tem indicação para a ibogaína.

Jornada do tratamento

Da primeira ligação ao primeiro ano sem uso

Cinco fases, cada uma com prazo e responsável definidos. A família conhece cada passo antes de autorizar.

Começar pela avaliação
  1. ETAPA 1

    Escuta da família

    Uma conversa sem julgamentos para entender há quanto tempo existe o uso, o que já foi tentado e quais riscos existem hoje.

    Primeiros minutos
  2. ETAPA 2

    Avaliação clínica sem custo

    Médico e psicólogo avaliam se há necessidade de desintoxicação, qual o tipo de internação e o tempo previsto.

    Mesmo dia do contato
  3. ETAPA 3

    Remoção humanizada

    Profissionais treinados buscam o paciente com respeito, sem exposição e sem contenção além do necessário.

    de 3h a 24h, conforme a distância
  4. ETAPA 4

    Tratamento na unidade

    Plano terapêutico individual, relatórios frequentes para a família e encontros semanais de orientação familiar.

    Durante a internação
  5. ETAPA 5

    Retorno à rotina e acompanhamento

    Volta gradual ao dia a dia, apoio para retomar trabalho e estudos e acompanhamento de recaída durante o primeiro ano.

    Após a alta
Estrutura e equipe

A estrutura da unidade e a equipe que cuida do paciente

Alas divididas por fase do tratamento, quartos com até quatro leitos e equipe técnica 24 horas por dia.

  • Médicos e psiquiatrasAvaliação na admissão, prescrição e acompanhamento médico do início ao fim da internação.
  • PsicólogosTerapia individual toda semana e grupos terapêuticos diários com base na terapia cognitivo-comportamental.
  • Enfermagem 24hProfissionais em todos os turnos, cuidando da medicação e dos sinais vitais.
  • Terapeutas e monitoresOficinas, exercícios e acompanhamento do dia a dia do paciente na unidade.

Análise do convênio sem custo

Muitas famílias não sabem que o plano de saúde pode cobrir a internação por dependência química, em parte ou integralmente. Fazemos essa verificação sem custo e mostramos com clareza o que a operadora libera e o que fica com a família.

  • Bradesco Saúde
  • Amil
  • Unimed
  • SulAmérica
  • Hapvida
  • Grupo NotreDame Intermédica
  • Porto Saúde
  • Prevent Senior
  • Allianz
  • +20 operadoras

Os logos mostram apenas planos que já analisamos. A cobertura varia conforme as regras da operadora, o contrato, a indicação clínica e os documentos enviados. Cada situação é analisada individualmente e sem custo.

Como funciona a análise
  1. 01Mande pelo WhatsApp a foto da carteirinha e um breve relato do caso.
  2. 02Conferimos carência, cobertura e os documentos pedidos pela operadora.
  3. 03Informamos o que o plano cobre e se existe alguma diferença a pagar.
Verificar meu plano pelo WhatsAppAnálise sem custo · retorno no mesmo dia

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Perguntas que as famílias mais fazem

A ibogaína é permitida no Brasil?

Ela não é registrada como medicamento pela Anvisa. O uso exige prescrição e importação, sob responsabilidade do médico, e avaliação cardiológica antes.

Que riscos a ibogaína oferece?

O maior é para o coração: alterações de ritmo cardíaco que podem ser graves. Ela também interage com outros medicamentos. Por isso, exames e acompanhamento médico são indispensáveis.

A ibogaína cura a dependência química?

Não. Há estudos que indicam menos fissura em alguns casos, mas, sem terapia e acompanhamento, a recaída é frequente. Ela jamais substitui um programa de tratamento completo.

Vocês tratam dependência associada a transtorno psiquiátrico?

Sim. No programa de duplo diagnóstico, a dependência associada a depressão, bipolaridade, ansiedade grave ou esquizofrenia é acompanhada por psiquiatra dentro da unidade.

Quanto tempo dura a internação?

Em geral, os programas duram de 3 a 9 meses, definidos na avaliação clínica. Quando o caso pede só desintoxicação, são de 7 a 21 dias, com acompanhamento ambulatorial em seguida.

A família pode fazer visitas e ter notícias?

Sim. As visitas acontecem em dias fixos e a equipe técnica envia relatórios periódicos. No começo da internação, o contato é feito por relatórios para respeitar a adaptação do paciente.

O mais difícil é fazer a primeira ligação. Daqui em diante, seguimos juntos.

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